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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Notícias da educação e comentários


Agora, 08/12

Carol Rocha do Agora

A classificação final dos candidatos a uma vaga de professor temporário na Educação estadual deve sair somente em janeiro. Mas, segundo o DRHU (Departamento de Recursos Humanos), não há uma data definida.
O gabarito do provão dos temporários foi divulgado ontem. Os candidatos poderão recorrer das questões e do gabarito da prova até amanhã. A queixa deve ser feita no site da Fundação Carlos Chagas, organizadora da seleção.A remuneração para a jornada de 40 horas semanais é de R$ 1.834,85.

PS: Gente, curta o fim de ano e relaxe. Estou a pouco tempo na rede, mas já é de meu conhecimento as inúmeras dúvidas que surgem no fim de ano na nossa profissão dentro do Estado de São Paulo.


Folha, 03/12






Tempo que professor provisório pode atuar na escola será estendido



Lei restritiva causou falta de docentes na rede estadual; para sindicato, proposta de alteração é insuficiente 



FÁBIO TAKAHASHI

TALITA BEDINELLI

DE SÃO PAULO 



O governo paulista decidiu aumentar o período em que o professor temporário pode trabalhar na rede. A intenção é diminuir a falta de docentes substitutos, ocasionada pela legislação restritiva.

Conforme a Folha relatou mês passado, algumas turmas ficam até seis meses sem uma determinada disciplina.
Pela lei desenhada pelo próprio governo e aprovada ano passado, o temporário que entra no meio do ano só pode trabalhar até o final do mesmo ano letivo. Depois, precisa ficar um ano fora.
Exemplo: aquele que entrou em outubro deste ano trabalhará até dezembro e só poderá voltar à rede em 2012.
Válida para todo o funcionalismo estadual, a lei visa evitar que o temporário fique permanentemente na rede.
A Secretaria da Educação, porém, verificou que a restrição fez com que os docentes não entrassem durante o ano, para poderem atuar desde o início do seguinte.
A gestão Alberto Goldman (PSDB) pretende alterar a lei estadual, para que o professor possa trabalhar por ao menos um ano e, além disso, terminar o ano letivo.
Ou seja: o mesmo professor que entrou em outubro, em vez de atuar por apenas dois meses, poderá ficar até dezembro do ano seguinte, totalizando 14 meses.
O projeto já foi encaminhado à Assembleia, onde o governo tem maioria.
"Quando fizemos a lei, olhamos o macro. Quando foi para a prática, vimos que os professores não queriam pegar as aulas. E com razão, porque seria um contrato de poucos meses", afirmou o secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza.

A medida abrange os cerca de 15 mil temporários que não possuem estabilidade. Em geral, eles entram no lugar dos titulares que se licenciam. A rede possui cerca de 200 mil professores.


RESTRIÇÃO

Para o deputado do PT Roberto Felício, a mudança é insuficiente. "Não há professores em quantidade suficiente disponível. Não deveria haver nenhuma restrição."
O secretário da Educação disse que a quarentena é necessária para caracterizar o professor como temporário.
Assim, caso ele passe em concurso, o tempo como provisório será contabilizado para aposentadoria. Se ficasse por tempo indeterminado, o contrato seria pela CLT.
A Apeoesp (sindicato dos professores) também criticou a proposta. "Queremos o fim de toda forma de contratação precária", afirmou, em nota.

PS: Sem novidades. Concordo com o sindicato e com o deputado. Essa política excludente do governo amedrontou muitos professores, que por obséquio trocaram de profissão, ou simplesmente não frequentaram mais as atribuições para ter a oportunidade de trabalho no ano seguinte. Como descartar profissionais em um ambiente que se manifesta a demasiada falta deles? As políticas públicas são recheadas de orientações para que o professor lecione uma aula enxergando a escola e a sociedade como um todo, bem como os conhecimentos prévios do aluno, articulando assim, com o currículo real da instituição escolar, entretanto, nota-se claramente que o governo não segue nem ao menos os princípios dessas orientações; enxerga o macro a partir de suas intuições e desejos, infligindo o próprio processo de democracia que nos é garantido por lei. Vocês devem estar se perguntando da flexibilidade da LDB? HAHAHA....S/C.




A Secretaria de Estado da Educação voltou atrás e vai mudar o critério para a atribuição de aulas dos professores temporários da rede de ensino. Atendendo a uma reivindicação dos sindicatos dos docentes, a classificação para a escolha obedecerá o tempo de serviço do profissional nas escolas do Estado.

Em uma audiência na 3ª Vara da Fazenda Pública na semana passada, a Apeoesp (sindicato dos professores) levou essa proposta para classificar a escolha da grade de aulas por faixas, dando prioridade para os professores da categoria "F" (mais antigos) e terminando na categoria "O" (que são os docentes que estão há menos tempo na rede).
Os sindicalistas pediram ainda que o processo de atribuição de aulas seja feito somente nas DREs (Diretorias Regionais de Ensino) e que sejam indenizados os professores que forem prejudicados durante a seleção.
Todas as propostas foram rejeitadas pelos representantes da Secretaria de Estado da Educação, de acordo com o relato da Apeoesp. Hoje, não há um critério definido para a seleção da atribuição de aulas.
Com a negativa do Estado para atender a demanda, a Apeoesp ameaçou convocar uma greve a partir de janeiro, o que atrapalharia o início do ano letivo. 
PS: Não entendi, pois no início desse texto é informado que a Secretaria de Estado de Educação de São Paulo voltou atrás a respeito dos critérios de Atribuição de aula para 2011 (o que se entende também pelo título), mas no final informa que todas as propostas foram rejeitadas, no que culminará numa possível greve. -=S ????- Estou ficando louca, ou essa suposta decisão efetivará com mais impetuosidade a divisão de categorias?

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